Páginas

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Memórias e Vivências Afro-indígenas Brasileiras

ESCOLA MUNICIPAL ARY SCHIAVO
APRESENTA NO
ANO INTERNACIONAL DOS AFRODESCENDENTES

*Memórias e Vivências Afro-indígenas brasileiras*

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
ALUNOS E ALUNAS (OITAVOS E NONOS ANOS)
E AUTOR JÚLIO EMÍLIO BRAZ

18 E 22 de novembro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011


VALORES CIVILIZATÓRIOS AFRO-BRASILEIROS NO COTIDIANO ESCOLAR DOS OITAVOS E NONOS ANOS COM AS PROFESSORAS DENISE GUERRA (Educação Física), ELANE BARRETO (Língua Portuguesa), LUZIA ELENA (Matemática) e MARTA BENTO (História).






        Valores Civilizatórios Afro-brasileiros:

Circularidade: Todos nós conhecemos o prazer que advém do ato de sentar em roda com amigos para contar histórias, fazer música, brincar com jogos ou manifestar a religiosidade. Os próprios valores civilizatórios são bons exemplo de circularidade. A vida é cíclica. Podemos estar muito bem agora e numa posição ruim depois até que voltemos a um estado satisfatório. A humanidade inteira permanece unida por este sentimento circular. (...)
  
Corporeidade: Este conceito nos ensina a respeitar cada milímetro do corpo humano, que deve estar presente em cada ação e em diálogo com outros corpos. As demandas corporais devem ser consideradas. Afinal, o corpo atua, registra nele próprio a memória de várias maneiras, seja através da dança, da brincadeira, do desenho, da escrita, da fala. Das músicas às danças, com tudo o que elas anunciam e denunciam. Os corpos dançantes revelam memórias coletivas.
 “Aprendemos que as danças circulam e que o corpo informa sobre a vida de cada dançarino” (Antonio Nóbrega)

Musicalidade: Famosa no mundo inteiro pela sua qualidade inconteste, a música brasileira tem os dois pés bem fincados no Continente Negro. Quem resiste aos encantos de uma batucada? A musicalidade, a dimensão do corpo que dança e vibra em resposta aos sons só reafirma a consciência de que o corpo humano também é melódico e potencializa a musicalidade como um valor.
 “O som é o ponto de partida dos primeiros habitantes do globo terrestre rumo à formação dos primeiros agrupamentos humanos que, no curso da evolução, irão constituir a nossa civilização. A importância da música, da qual o som é a matéria-prima, é superior à descoberta do fogo, ou à invenção da roda ou da imprensa” (Charles Murray)

Memória: Para despertar o sentimento de afro-brasilidade e, sobretudo, de orgulho ao exibi-la, é necessário mexer no eixo do racismo e da memória: o racismo como algo a ser enfrentado e a memória para que a presença africana que habita em nós possa emergir livremente.

Ancestralidade: Quando se pensa em ancestralidade, faz-se uma imediata ponte com a história e a memória. Convém não esquecer o passado. Não há fórmulas complexas para vivenciar o que é, de fato, a ancestralidade. Quer provar? Então saia em busca do relato dos mais velhos, que trazem o rico imaginário afro-brasileiro.
 “A memória compõe nossa identidade. É por intermédio da memória que construímos nossa história. Ao construir a memória, construímos lembrança, que para existir precisa do outro e necessita ser compartilhada. Assim também é a obra de arte” (Franklin Esparth Pedroso)

Cooperativismo/Comunitarismo: Falar sobre cultura negra requer usar a palavra ‘coletivo’. Pensar em africanidades é pensar em comunidade, em diversidade, em grupo. Imaginem o que teria acontecido com a população negra num sistema escravocrata se houvessem desprezado o princípio da parceria, do diálogo, da cooperação? E ainda nos dias que corre, nesta sociedade racista excludente?
 “Durante séculos os povos da África Central tinham lidado com a diversidade étnica, desenvolvido tradições religiosas comuns e compartilhado formas culturais. Essas habilidades eles as transmitiram para o Brasil, onde utilizaram indiscutivelmente técnicas similares para lidar com a diversidade cultural” (Karasch)

Oralidade: Herança direta da cultura africana, a expressão oral é uma força comunicativa a ser potencializada. Jamais como negação da escrita, mas como afirmação de independência. A oralidade está associada ao corpo porque é através da voz, da memória e da música, por exemplo, que nos comunicamos e nos identificamos com o próximo.
 “Griots são contadores de histórias fundamentais para a permanência da humanidade: são como um acervo vivo de um povo. Carregam nos seus corpos lendas, feitos, canções e lições de vida de uma população, envoltos numa magia própria, específica dos que encantam com o corpo e com sua oralidade” (Gregório Filho)

Energia Vital (Axé): O princípio do axé é a vontade de viver e aprender com vigor, alegria e brilho no olho, acreditando na força do presente. Em nada se assemelha a normas, burocracias, métodos rígidos e imutáveis. Pelo contrário. Tudo é uma possibilidade para quem é guiado pelo axé. “Perdi os dedos, mas não a força e a vontade de esculpir. Aprendi a usar os joelhos como quem usa os pés. Amarrei os instrumentos às mãos para continuar a trabalhar. Afinal, a criação nasce na cabeça, não na ponta dos dedos” (Heróis de Todo Mundo, programa sobre Aleijadinho)

Ludicidade: Entre suas variadas utilidades, os jogos sempre viabilizaram o aprendizado. Também serviram para transmitir as conquistas da sociedade em diversos campos do conhecimento. Quando os membros mais velhos de um grupo revelam aos jovens como funciona um determinado jogo de tabuleiro, por exemplo, eles transmitem uma série de conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural daquele grupo.
 “Antigamente, o jogo era associado a ritos mágicos e sagrados. Dependendo do lugar, era reservado apenas para os homens, ou para os homens mais velhos, ou, ainda, era exclusivo dos sacerdotes” (Os Melhores Jogos do Mundo)

  • Leis 10.639/2003 11.645/2008: As leis 10.639/2003 e a 11.645 de 10 março de 2008 que alteram a Lei noº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, inclui no currículo oficial da rede de ensino no âmbito da educação básica a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. (D.O.U. 11/03/2008). As referidas leis devem integrar o currículo escolar evitando a folclorização e consequente banalização da cultura afro-indígena valorizando nossa história e nossa identidade.
  • Fonte:  http://www.acordacultura.org.br/pagina/Valores%20Civilizat%C3%B3rios

Brincadeiras Afro-Brasileiras


Os (as) alunos (as) dos oitavos e nonos anos da professora Denise Guerra promoveram com a turma do 2º ano de escolaridade da professora Marilda a oficina Brincadeiras Afro-Brasileiras. 







Senuá, Obwisana, Adjeiê Adjoiô - Brincadeiras de Gana (país do continente africano)

PARABÉNS PROFESSORA MARILDA E AOS DISCENTES PELA INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO.

UNICEF - O Impacto do Racismo na Infância


Os (as) Alunos (as) dos oitavos anos da Escola Municipal Ary Schiavo estarão compartilhando experiências com demais discentes dos municípios da Baixada Fluminense no dia 19 de outubro de 2011 em Nova Iguaçu. 
Parabéns!!!!

sábado, 25 de junho de 2011

PROJETO JAPERI MOSTRA A SUA CARA NEGRA 2011


Em março de 2008, foi sancionada a Lei 11.645, pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  Essa Lei altera a Lei 9.394, fr 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e cultura afro-brasileiras e indígena".  De acordo com essa lei, o ensino do conteúdo programático às culturas afro-brasileira e indígena torna-se obrigatório nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados.

  As professoras Denise Guerra, Elane Barreto, Luzia Helena, Lilian, Marta Bento e o professor Zilmar Luiz, juntamente com a Gestão Escolar da Escola Municipal Ary Schiavo, vêm desenvolvendo atividades e conteúdos referentes ao cumprimento da LEI FEDERAL.

  No ano Internacional dos (as) Afro-descendentes e a dedicação da UNICEF na Campanha: "O Impacto do Racimo na Infância", iniciamos o ano letivo com o reconhecimento do nosso trabalho na GloboNews (http://www.youtube.com/watch?v=d52-jloSlJI) e no Programa Salto Para o Futuro na TV Escola.

"O (a) professor (a) tem que pensar 'eu sou um instrumento, eu posso transformar'.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Oficina de História e Língua Portuguesa: Conceitos.

"a transdisciplinaridade como uma forma de ser, saber e abordar, atravessando as fronteiras epistemológicas de cada ciência, praticando o diálogo dos saberes sem perder de vista a diversidade e a preservação da vida no planeta, construindo um texto contextualizado e personalizado de leitura de fenôminos". (Theofilo, 2000)





Professora Marta Bento (História)
Racismo, Discrminação Racial e Preconceito Racial

Discriminação e Descriminação
Absolver e Absorver...

Professora Elane Barreto (Língua Portuguesa)



13 de Maio - DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O RACISMO.

"Como professor não me é possível ajudar o educando a superar sua ignorância se não supero permanentemente a minha".

 (Paulo Freire)

  Atividade desenvolvida com os (as) alunos (as) das turmas 803, 804, 805, 901, 902 e 903.  O Brasão representa a arma para lutarmos por uma sociedade que promova oportunidades a todos e a todas.

Professora Luzia Helena (Dedicação e parceria)







18 de maio - DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES .

SALA DE LEITURA - Trabalho desenvolvido com os oitavos e nonos anos.

"Considerando o papel fundamental da leitura no processo ensino e aprendizagem, o presente projeto propõe-se ao desenvolvimento de uma prática pedagógica, cujo eixo norteador é a motivação para o ato de ler através de temáticas que façam o leitor (a)-cidadão (ã) refletirem de forma crítica sobre seu papel no contexto histórico-social em que está inserido (a)".

(A Produção Textual a partir da Identidade Africana, Elane Barreto e Marta Bento - 2009).
Na Cor da Pele - Júlio Emílio Braz


Crianças na Escuridão - Júlio Emílio Braz

Lendas da África - Júlio Emílio Braz

Lendas Negras - Júlio Emílio Braz

Uma Pequena Lição de Liberdade - Júlio Emílio Braz

Aluno do oitavo ano desenvolvendo fichamento.


Aluno do oitavo ano desenvolvendo fichamento.

... Aparências - e Outras Cenas do Cotidiano, Princesas Africanas, Infância Roubada, Pretinha, eu? e Avião, integram o projeto de leitura do Projeto Japeri Mostra a Sua Cara Negra 2011.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

*Nossos Alunos(as) Estão Brilhando nos Jogos Olímpicos de Japeri!!! Parabéns!!!*

*Estes são os meninos de Ouro no Jogo de Handebol acima de 14 anos*
*Nossas Meninas Também Brilharam e Levaram Troféu e Medalhas de Ouro!!! Parabéns!!! Aqui a professora Denise (nada coruja) com suas alunas* 
*Todos Estavam Felizes e Queriam Desfilar com os Troféus! Aqui os meninos chamaram o professor Luís Fernando, que nos ajudou muito,  para compartilhar deste momento com eles. A vitória é de todos Nós!!!*
*Eis os meninos do Futsal na maior mordomia*
*A Vitória não Acontece só nos Jogos. Compartilhando e Vivenciando o Espírito Esportivo A vitória é pra sempre!!!*

*No primeiro dia dos Jogos Olímpicos de Japeri As professoras Talita, Denise e  o Inspetor Lielson estavam lá para apoiar os alunos e fazer valer nossa união!!! Parabéns Escola Ary Schiavo nossos alunos(as) são  Nota Dez!!!*
*A Irreverência dos nossos Alunos do 8º e 9º anos deu um show a parte!!!  Nós Amamos Vocês!!!*

*NOSSO PLACAR ATÉ O MOMENTO:*
1º lugar Handebol Masculino acima de 14 anos
1º lugar Handebol Feminino acima de 14 anos
3º lugar Futsal Masculino de 11 a 13 anos
1º lugar Futsal Feminino de 11 a 13 anos

*Primeiríssimo lugar em Espírito Esportivo

*Primeiríssimo lugar em Irreverência

PARABÉNS QUERIDOS ALUNOS(AS)!!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

*Bem-Vindos ao Blog Da Escola Ary Schiavo!!!

OLÁ PESSOAL, SEJAM BEM-VINDOS AO BLOG DA NOSSA ESCOLA!!! 

ESTAMOS COMEÇANDO O NOSSO BLOG COM A FORÇA TODA E CONTAMOS 

COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!!! ENVIEM SUAS ATIVIDADES, POIS, 

QUEREMOS CONTAR NA INTERNET TUDO QUE ACONTECE NA NOSSA ESCOLA.